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segunda-feira, 15 de outubro de 2012

                           "Me sinto uma tábua!"

Meninas, uma má notícia: o tamanho do seio é determinado geneticamente e não tem macumba nem reza braba que possa modificar essa situação. Mas antes de mais nada, não se desesperem: primeiro é importante considerar se vocês já ficaram menstruadas: depois da menstruação os seios crescem por cerca de mais dois anos. Depois, vale conferir o seu peso: muito do seio é gordura e, por isso, meninas muito magras costumam ter pouco peito.
Mas de resto, é o velho exercício de considerar as diferenças e se aceitar (mais que isso: se achar bonita) assim. É mais ou menos a mesma lógica do nariz, da boca, das pernas, do bumbum: cada um tem o seu e isso vem de fábrica. Não é fácil, eu sei, mas essa sabedoria, de se amar apesar de tudo e de todos, vêm com o tempo. E com algumas modas também.
Nunca esqueço a história da minha amiga Laurinha. Ela era superbaixinha e tinha um peito gigante (tanto que na aula de química era chamada de “baixa com-bustão”). Claro que ela não gostava nada disso e estava decidida a diminuir os seios quando fosse um pouco mais velha. Até que veio a moda do silicone. E o peito da Laurinha deixou de ser grande. Sério. As mulheres foram ficando tão turbinadas que os seios enormes da Laurinha ficaram apenas normais. E ela passou a gostar deles assim e adiou indefinidamente os planos da plástica.
Como é que uma moda pode mudar tanto a percepção que a gente tem sobre o nosso próprio corpo? Não sei bem. Mas vale a pensar.
Um beijo e bom finde!

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